Esses não são reviews.
São histórias reais.
De pessoas reais
De quedas reais — e de recomeços.
O Renascidos nasceu para lembrar que
ninguém é definido pelo pior dia da sua vida.
Se você tem uma história,
ela merece ser contada.
👉 Conte sua história - Renascidos
Carol - São Paulo
Teve uma fase em que eu não queria morrer.Mas também não queria acordar.
Eufuncionava.Trabalhava.Respondia ‘tudo bem’.
Mas por dentro estava vazio.As pessoas achavam que era preguiça.Outras, drama.Ninguém via as noites sem dormir.Ninguém via o cansaço que não passa.
Eu perdi coisas. pessoas. confiança em mim.Teve dia que continuar foi só… continuar.Sem motivação. sem esperança. mas eu fiquei, mesmo quebrada, mesmo cansada, mesmo sem saber se ia valer a pena.Hoje estou lutando e melhorando graças a Deus.Renascidos até o fim.
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Rodrigo - São Paulo
Nasci onde faltava o básico.
Faltava dinheiro.
Faltava segurança.
Faltava escolha.
Aprendi a sobreviver antes de aprender a sonhar.
Em alguns momentos, me perdi.
Caí em vícios.
Fiz coisas erradas pra ganhar dinheiro.
Não por maldade.
Por desespero.
Confiei em pessoas quando eu estava fraco.
Fui traído.
Por quem dizia estar do meu lado.
Por quem eu amava.
Até pela minha própria família.
Tentei empreender.
Falhei.
Quebrei.
Vi tudo ruir — e tive que engolir esse gosto amargo sozinho.
Teve dias em que o peso era tão grande
que só respirar já doía.
Dias em que continuar não fazia sentido nenhum.
Ainda assim, eu continuei.
Não porque sou forte.
Mas porque desistir também dói —
e eu já sentia dor demais.
Houve um tempo em que eu não queria morrer.
Mas também não queria acordar.
Eu funcionava.
Trabalhava.
Respondia “tudo bem”.
Por dentro, vazio.
Chamavam de preguiça.
Chamavam de drama.
Ninguém via as noites sem dormir.
Ninguém via o cansaço que não passa.
Perdi coisas.
Perdi pessoas.
Perdi a confiança em mim.
Teve dia que continuar foi só isso:
continuar.
Sem motivação.
Sem esperança.
Mas eu fiquei.
Mesmo quebrado.
Mesmo cansado.
Mesmo sem saber se ia valer a pena.
Hoje eu ainda luto.
Ainda tento.
Ainda caio — e levanto.
Renascidos não são os fortes.
São os que ficaram
quando tudo dentro queria desistir.
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Marta - São Paulo
Cresci em um lar onde nunca me senti realmente protegida. Meu pai era presente fisicamente, mas ausente emocionalmente e agressivo no comportamento. Ao longo da vida, surgiram denúncias contra ele envolvendo pedofilia. Nada disso aconteceu diretamente comigo, mas conviver com esse tipo de acusação dentro da própria família deixa marcas profundas. O medo, a desconfiança e a sensação de alerta constante fizeram parte da minha formação.
Minha mãe tinha esquizofrenia. Houve momentos de cuidado, mas também muitos de confusão, ausência e instabilidade. Aprendi cedo a me virar sozinha e a amadurecer antes da hora. Cresci sem referências seguras de afeto, limite e proteção.
Na vida adulta, me envolvi com um homem acreditando que ali poderia construir algo diferente. Com ele tive três filhos. Em determinado momento, percebi sinais de que ele poderia tentar abusar da minha filha. Nada aconteceu, mas o risco foi suficiente para que eu rompesse. Protegi meus filhos. Fiz a escolha que ninguém fez por mim quando eu era criança.
Hoje, esse homem não está mais vivo. Eu sigo.
Sigo consciente.
Carrego dores que não escolhi, mas também carrego a responsabilidade de não repetir ciclos. Criei meus filhos com vigilância, coragem e amor aprendido na prática. Não romantizo o que vivi. Reconheço os padrões, encaro as feridas e sigo em frente.
Não me defino pelo passado, mas pelas decisões que tomei a partir dele.
Continuo viva, lúcida e presente.
Sou Renascida.